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quarta-feira, 7 de março de 2012

Percorrendo os caminhos de São Paulo IX




1º Viagem Missionária 


Evangelizadores: Barnabé, Saulo
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)



 Atos 14,25

Ao fim da primeira viagem, os apóstolos desceram a Atália, dali navegaram até Antioquia da Síria, afim de contar as maravilhas que o Senhor realizara. 
Atália, cidade portuária da Panfília, na Ásia Menor, perto da foz do rio Catarractes. O nome da cidade advém de seu fundador, Átalo Filadelfo, rei de Pérgamo, que ordenou que seus soldados procurassem pelo paraíso, e Atália foi o lugar escolhido. Nos dias dos apóstolos tornou-se um importante porto romano. Atualmente o lugar chama-se Adália e esta localizada no sudoeste da Turquia, e é um porto do mar Mediterrâneo. Tem cerca de 667 mil habitantes.



Atália -  hoje Adália, Turquia

Terminamos aqui nossa aventura, percorrendo os caminhos de São Paulo em sua 1ª viagem! 
Em breve tem mais. Ficamos por aqui.

paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Percorrendo os caminhos de São Paulo VIII


1º Viagem Missionária 


Evangelizadores: Barnabé, Saulo
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)

Derbe
 Atos 14,20-21
Era uma cidade que ficava na região de Licaonia, mencionada pela primeira vez no século I AC. Fazia parte de uma secção da província romana da Galácia, no tempo de Paulo. Derbe foi conquistada pelos romanos em 25 AC e foi acrescentada à Galácia por Cláudio em 41 DC.
Segue abaixo alguns eventos registrados no livro de Atos dos Apóstolos:
  • Paulo e Barnabé pregaram nesta cidade durante a primeira viagem missionária de Paulo e aí fundaram uma igreja cristã (At 14:20, 21).
  • Paulo visitou novamente Derbe durante a sua segunda viagem missionária (At 16:1, 2) e possivelmente durante a sua terceira viagem missionária (At 18:23).
  • Gaio, que mais tarde se juntou a Paulo, era natural de Derbe (At 20:4)
Foram apresentadas várias sugestões relativamente à localização da antiga Derbe mas o local só foi descoberto em 1956, quando M. Ballance encontrou, em Kerti um bloco de pedra calcária com inscrições gregas mencionando Derbe. Kerti é um montículo de tamanho moderado, situando-se 83 km a sudeste de Icônio, a atual Konya. Um mapa situa Derbe a cerca de 72 km a sudeste de Icónio mas este mapa não incorpora as mais recentes descobertas no local.

Fonte: http://www.jesusvoltara.com.br/dicionariobiblico/derbe.htm


Paz e Bem!
ABBA

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Percorrendo os caminhos de São Paulo VI


1º Viagem Missionária

Evangelizadores: Barnabé, Saulo
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)
 Atos, 14,1-7
Retornamos depois de algum tempo ao nosso estudo sobre as grandes viagens de São Paulo. 
Depois de terem sido expulsos da cidade Antioquia da Pisídia, Paulo e Barnabé chegaram a Icônio e dirigiram-se à sinagoga mostrando-nos assim que a perseguição sofrida na cidade anterior não lhes causou desânimo. 
Icônio foi uma importante cidade no interior da Ásia Menor. Era grande e estava localizada em uma fértil planície além de estar na rota do oriente e do ocidente.
A atitude dos missionários, de irem primeiro à sinagoga denota uma estratégia de evangelização. a sinagora era um canteiro de evangelização entre os judeus, onde havia uma sinagoga, havia judeus. A estes primeiro, Paulo levava a boa nova, depois aos gentios.
A pregação dos apóstolos foi impactante na cidade, judeus e gregos creram em Jesus (a pregação de Paulo era cristocênctrica), entretanto alguns judeus permaneceram incrédulos à Palavra e incitaram os pagãos contra os missionários. Sem nada a temer, Paulo e Barnabé permaneceram por bastente tempo na cidade (alguns deizem q foi pouco mais de um ano), e fundaram uma igreja.
Icônio -  Atual Konya, Turquia
Passado esse tempo tiveram que sair fugidos da cidade, pois aconteceu que levantou-se um motim, e mais uma vez Paulo e Barnabé sofreram ostensivas perseguições.
Saindo de lá, foram para Listra e Derbe, nos arredores Licaônia. 
A cidade de Icônio sempre foi habitada e chama-se atualmente Konya (Turquia). Mais tarde, ainda durante a primeira viagem, Paulo voltou a Icónio (At 14:21), visitando-a novamente durante a sua segunda viagem missionária (At 16:2) e possivelmente durante a sua terceira viagem missionária (At 18:23).
Paz e Bem!
ABBA

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Quem Foi Jesus? III (final)



Jesus, é, foi, e sempre será o homem mais estudado da história da humanidade, porque Jesus VIVE.



       

Encerramos esta série com uma pergunta à vocês amados. Quem é Jesus?

Paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Quem Foi Jesus? II


As pessoas da época de Jesus eram muito doentes. O nivel de mortalidade era atrerrorizante. 
Jesus curou muitos doentes, libertou muitos homens e mulheres, alguns milagres nem temos conhecimento pois não caberiam nos evangelhos como podemos verificar no final do Evangelho de São João.
Os milagres que Jesus operou eram sinal de que algo iria acontecer, havia esperança.
A libertação estava próxima, a libertação interior. Jesus fez com que as pessoas pensassem no que estavam fazendo de suas vidas.
Jesus veio anunciar o Reino dos Céus, o Reino de Deus, mas para fazer parte deste reino seria preciso mudar a mentalidade.

   
As bem aventuranças virou o mundo da época de cabeça para baixo (Mateus 5,1-12 Lucas 6,20-49). 
Jesus disse "bem aventurados os que choram, porque serão consolados". Essa é uma promessa de Jesus, para o povo daquela época e também para mim e para você hoje.
       



Paz e Bem! 
ABBA

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Quem Foi Jesus? I

Quem foi Jesus? Esta é uma pergunta que até os dias de hoje é feita. Esse homem revolucionou o mundo com sua mensagem de AMOR. 
Os judeus esperavam um grande lider, um rei que fosse capaz de libertá-los da escravidão do Império Romano e de resgatar-lhes a identidade. Não foi nada fácil para o povo aceitá-lo. 
Podemos ver através dos videos que sobreviver não era uma tarefa fácil na época.

O objetivo deste post é descobrir que Jesus viveu em nosso meio, humano como nós, passou pelas angustias, dores físicas, opressões sociais, dificuldades de sobrevivência, frio, fome, rejeição social.








 Jesus foi, é e sempre será o poeta da existência.

Paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Que diferença estamos fazendo no mundo?

“Eles estão na carne, mas não vivem segundo a carne; moram na terra, mas têm sua cidadania no céu; obedecem às leis estabelecidas, mas com sua vida ultrapassam as leis; amam a todos e são perseguidos por todos; são desconhecidos e, apesar disso, condenados; são mortos e, desse modo, lhes é dada a vida; são pobres, e enriquecem a muitos; carecem de tudo, e têm abundância de tudo; são desprezados e, no desprezo tornam-se glorificados; são amaldiçoados e, depois, proclamados justos; são injuriados, e bendizem; são maltratados, e honram; fazem o bem, e são punidos como malfeitores; são condenados, e se alegram como se recebessem a vida” 
(carta a Diogneto, n. 5)


Você certamente já sabe a respeito de quem o autor está falando. Esse é um texto muito antigo, escrito nos inícios da propagação da fé cristã.
Nas origens, aqueles que eram “autenticamente” cristãos davam esse tipo de testemunho, tanto que muitos estudiosos, que se dedicam a analisar a vida das primeiras comunidades cristãs, atestam que a mensagem evangélica, a fraternidade vivida nos grupos e o testemunho de santidade, indo até o martírio, levaram muitos a aderirem à nova religião.
Na sequência do texto, o autor diz: “Em poucas palavras, assim como a alma está no corpo, assim os cristãos estão no mundo”. Eles, os cristãos, davam vida ao mundo!
E com quem aprenderam a ser assim? Com o Senhor Jesus, claro! Sim, os cristãos, verdadeiramente fiéis, imitavam Jesus Cristo, tendo por base a Doutrina propagada pelos apóstolos.
E quanto a nós? Se alguém se dedicar a nos observar e retratar o nosso estilo de vida, hoje, como irá nos descrever? Nós, que somos católicos, que frequentamos a Missa, Grupos de Oração, que imagem passamos aos que nos conhecem, convivem conosco?
É necessário que façamos essa autoavaliação, porque temos o compromisso de dar testemunho de vida.  Esse é o primeiro meio de evangelização, como nos ensina Paulo VI (Evangelli Nuntiandi, n. 41).
Então, como estamos vivendo? Como temos conduzido nossa vida? Nossos pensamentos, sentimentos, ações são parecidos com os de Jesus?
Em quem nos espelhamos? Qual o papel dos Evangelhos em nossa vida? Eles pautam nosso agir? O que Jesus ensinou, nós buscamos fazer? Temos nos esforçado para isso?
Recebemos uma missão: ser “rosto e memória de Pentecostes”. Devemos mostrar ao mundo a face do cristianismo autêntico; não deixar cair no esquecimento o modelo de vida de nossos pais na fé. Isso é reimplantar uma cultura que já esteve fortemente presente na humanidade. Somos chamados a resgatar, na força que vem do alto, a “Cultura de Pentecostes”.
Somente cheios do Espírito Santo poderemos viver como Jesus viveu. Somente o Paráclito pode nos dar coragem para anunciar, viver o amor fraterno, a santidade. Clamemos sem cessar por sua presença, para que o mundo veja e creia.
Em Cristo,
(Fonte:L
úcia V. Zolin - Coord. Nacional da Comissão e do Ministério de Comunicação Social da RCCBRASIL - Site Rcc Brasil)
Paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 28 de junho de 2011

Percorrendo os caminhos de São Paulo V

1º Viagem Missionária
Evangelizadores: Barnabé, Saulo
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Pisídia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)



O nome “Antioquia” foi dado a pelo menos 17 urbes turcas, mas apenas duas constituem actualmente referências políticas e bíblicas: Antioquia da Síria (a actual Antakya), ponto de partida e chegada da primeira viagem missionária paulina, e Antioquia da Pisídia, na Ásia Menor (hoje Turquia).
Arqueduto romano em Antioquia da Pisidia

Localizada no Sul do país, na província de Esparta, Antioquia da Pisídia terá sido fundada três séculos antes de Cristo. Na verdade, esta cidade situava-se na Frígia, perto da fronteira com a Pisídia. Para a distinguir da outra Antioquia, os historiadores chamavam-lhe, muitas vezes, `Antioquia Pisidiana`. Contudo, ainda se nota alguma confusão na literatura antiga e moderna sobre este assunto.
A cidade era atravessada por duas estradas, de Norte para Sul e de Ocidente para Oriente. A sua importância estratégica, acentuada pela localização numa área que continua a ser caracterizada pela fertilidade dos terrenos agrícolas, elevou-a a uma posição de relevo no Império Romano, cuja cultura terá influenciado profundamente os seus cem mil habitantes.
Antioquia da Pisídia
Entre os vestígios contam-se um pórtico monumental, um estádio e um teatro, um estabelecimento para banhos públicos e um aqueduto, além de traços de um templo dedicado à deusa-mãe Cibele (deusa frígia).
A relevância de Antioquia não seria desconhecida de Paulo. A narrativa dos Atos dos Apóstolos assinala que o apóstolo e os seus companheiros entraram a um Sábado na sinagoga (At 13,14). Foi o início de uma mudança que haveria de transfigurar o cristianismo.
De acordo com a liturgia judaica, a seguir à leitura dos textos da Lei e dos Profetas, incluídos no conjunto de livros presentemente denominado “Antigo Testamento”, os chefes da sinagoga convidaram a assembleia a tomar a palavra. Paulo não se fez rogado.
A sua intervenção começou por procurar demonstrar que Jesus é o único cumpridor das promessas descritas nos textos bíblicos. Depois, centrou-se na ressurreição de Cristo, convicção que desde muito cedo foi um dos elementos nucleares do anúncio feito pela Igreja (At 13,16-37).
O assunto deve ter suscitado interesse, desde logo porque alguns judeus e próximos do judaísmo se converteram, e sobretudo porque Paulo foi convidado a retomar o tema no Sábado seguinte (At 13,42).
Nesse dia, prossegue o texto do Novo Testamento, “quase toda a cidade se reuniu” para ouvir o apóstolo (At 13,44), o que provocou a “inveja” dos judeus. Diante desta recusa, Paulo comunica que vai deixar de lhes dar prioridade na sua missão, passando a dirigir-se aos pagãos (At 13,46).
Além de abrir o cristianismo ao mundo, esta “libertação” implicou o corte com alguns dos preceitos litúrgicos e teológicos do judaísmo, exigindo, em contrapartida, a criação de novas estratégias de anúncio do Evangelho adaptadas a povos que desconheciam a tradição bíblica.
Ruínas da igreja de São Paulo em Antioquia da Pisídia

As ruínas da igreja de São Paulo em Antioquia testemunham o apreço que algumas comunidades eclesiais tinham pelo apóstolo. O templo, que terá sido construído no final do século IV, foi sede de episcopado e é um dos maiores do cristianismo daquela era.
A cidade foi destruída pelos árabes em 713. As tentativas de reconstrução nunca conseguiram recuperar o apogeu do passado. O abandono definitivo ocorreu na segunda metade do século XIII.Rui Martins, Turquia (a Agência ECCLESIA viaja a convite da Geostar)

Paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 21 de junho de 2011

Presença real de Jesus na Eucaristia


Como no Céu está vivo e glorioso, de modo natural na Eucaristia está igualmente presente, mas de modo sacramental. Por isso, se diz que por concomitância, com o Corpo de Jesus está também o seu Sangue, a sua Alma e a sua Divindade, e de igual modo, onde está o seu Sangue, está também o seu Corpo, a sua Alma e a sua Divindade. A fé na presença real, verdadeira e substancial de Cristo na Eucaristia assegura-nos pois, que ali está o mesmo Jesus que nasceu da Virgem Santíssima, que viveu ocultamente em Nazaré trinta anos, que pregou e se preocupou com todos os homens durante a vida pública, morreu na cruz e, depois de ter ressuscitado e subido aos Céus, está sentado à direita do Pai.
Cristo está em todas as hóstias consagradas e em cada partícula delas: A presença real de Cristo na Eucaristia é um dos principais dogmas de nossa fé católica. Sendo verdade de fé que ultrapassa completamente a ordem natural, a razão humana não a consegue demonstrar por si.
A verdade da Presença real e substancial de Jesus na Eucaristia foi por Ele próprio revelada durante o discurso que pronunciou em Cafarnaum (Jo 6,51-56).
A presença real de Cristo na Eucaristia é um mistério que a razão não é capaz de alcançar. Porém, o Magistério da Igreja ensina-nos que no Santíssimo Sacramento da Eucaristia se produz uma singular e maravilhosa conversão de toda a substância do pão no Corpo de Cristo, e de toda a substância do vinho no seu Sangue, conversão em que a Igreja Católica denomina de transubstanciação (Concílio de Trento). (fonte: Com. Shalom)

O dia da Festa de Corpus Christi se aproxima, e com ela aumenta em nós a alegria em adorar o Senhor que é mistério de fé e amor, Deus presente, presença real, majestosa Eucaristia, Hóstia Santa, Cordeiro Imolado, Verbo Divino, Fonte de Vida, Deus humanado, Pão da Vida, Pão do céu, Eterna Aliança, Ráio de Glória, Jóia rara, Deus imbativel, o Alfa e o Ômega... 
Se continuarmos a escrever não pararemos, existe uma infinidade de palavras que não caberiam aqui e nem em nossos corações! Honra e Louvor ao Nosso Senhor Jesus.
Gostariamos de convidá-lo hoje a fazer uma visita a Jesus que está  em todos os sacrários das igrejas católicas do mundo, ou como diriam os pastorinhos de Fátima, Jacinta e Francisco, o Jesus escondido, escondido no sacrário. Façamos hoje uma visita a Jesus Eucarístico. Jesus espera sua visita.


E Eu espero por você! E não me canso de esperar! Meu coração se alegrará quando você se aproximar.








Paz e Bem!
ABBA

domingo, 5 de junho de 2011

Ascensão do Senhor


Esta solenidade foi transferida para o 7º  domingo  Páscoa desde seu dia originário, a quinta-feira da 6º semana de Páscoa, quando se cumprem os quarenta dias depois da ressurreição, conforme o relato de São Lucas em seu Evangelho e nos Atos dos Apóstolos; mas continua conservando o simbolismo da quarentena: como o Povo de Deus esteve quarenta dias em seu Êxodo do deserto até chegar à terra prometida, assim Jesus cumpre seu Êxodo pascal em quarenta dias de aparições e ensinamentos até ir ao Pai. A Ascensão é um momento mais do único mistério pascal da morte e ressurreição de Jesus Cristo, e expressa sobretudo a dimensão de exaltação e glorificação da natureza humana de Jesus como contraponto à humilhação padecida na paixão, morte e sepultamento.
Ao contemplar a ascensão de seu Senhor à glória do Pai, os discípulos ficaram assombrados, porque não entendiam as Escrituras antes do dom do Espírito, e olhavam para o alto. Aparecem dois homens vestidos de branco, é uma teofania, a mesma dos dois homens que Lucas descreve no sepulcro  (24,4). Neles a Igreja Mãe judaico-cristã via acertadamente a forma simbólica da divina presença do Pai, que são Cristo e o Espírito. As palavras dos dois homens são fundamentais: Galileus, o que fazeis aí plantados olhando para o céu? O próprio Jesus que vos deixou para subir ao céu, voltará como vistes marchar (Atos 1,11). Em um excesso de amor semelhante ao que o levou ao sacrifício, o Senhor voltará para tomar os seus e para estar com eles para sempre; e se mostrará como imagem perfeita de Deus, como ícone transformante por obra do Espírito, para nos tornar semelhantes a ele, para contemplá-lo tal como ele é  (1 João 3,1-12). Contemplando na liturgia o  ícone do Senhor – sobretudo na  Eucaristia - intuomos o rosto de Deus tal como é e como o veremos  eternamente. E o invocamos para que venha agora e sempre.
No relato deste mistério segundo o Evangelho de São Mateus (28,19-20), o Senho envia os discípulos a proclamar e realizare a salvação, segungo o triplo mistério da Igreja: pastoral, litúrgico e magisterial: Ide e fezei discípulos de todos os povos (pelo anúncio profético e o governo pastoral, formando e desenvolvendo a vida da Igreja), batizando-so em nome do Pai, e do Filho e do Espírito Santo (aplicando-lhes a salvação, introduzindo sacramentalmente na Igreja); e ensinando-os a guardar tudo o que vos mandei (mediante o magistério apostólico e a vida na caridade, o grande mandamento). O Plano de Deus está sendo cumprido, e a salvação, anunciada primeiro a Israel, é proclamada a todos os povos. Nesta obra de conversão universal, por longa e laboriosa que possa ser, o Ressuscitado estará vivo e operante em meio dos seus: E sabei que eu estou convosco todos os dias até o final dos tempos.
O mistério
A leitura apostólica que a Igreja propõe interpreta perfeitamente o acontecimento da Ascensão do Senhor, adentrando-nos no mistério do ressuscitado no santuário celeste. Agora podemos dizer com o canto do Santo que os céus e a terra estão cheios da glória de Deus (Em Isaías 6,3 só se nomeava a terra). Agora, com a ascensão da humanidade do Filho de Deus, comemorada no mistério litúrgico, sobre a qual repousa a glória do Pai, adorada pelos anjos, também nós somos unidos pela graça a este eterno louvor, no céu e na terra. Estamos no penúltimo momento do mistério pascal, antes da doação do Espírito Santo ao se completarem os cinqüenta dias, o Pentecostes.
A vida cristã
As oraçõs desta solenidade pedem que permaneçamos fiéis à dupla condição da vida cristã, orientada simultaneamente às realidades temporais e às eternas. Esta é a vida na Igreja , comprometida na ação e constante na contemplação. Porque Cristo, levantado no alto sobre a terra, atraiu para si todos os homens; ressuscitando dentre os mortos enviu seu Espírito vivificador sobre seus discípulos e por ele constituiu seu Corpo que é a Igreja, como sacramento universal de salvação; estando sentado à direito do Pai, sem cessar atua no mundo para conduzir os homens à sua Igreja e por Ela uni-los assim mais estreitamente e, alimentando-os com seu próprio Corpo e Sangue, torná-los partícipes de sua vida gloriosa. Instruídos pela fé sobre o sentido de nossa vida temporal, ao mesmo tempo, com a esperança dos bens futuros,  realizamos a obra que o Padre nos confiou no mundo e lavramos nossa salvação (Vaticano II, Lumen gentium 48).(por http://www.acidigital.com/fiestas/ascencao/ascencao.htm)

Paz e Bem!
ABBA

terça-feira, 31 de maio de 2011

História Judaica - A origem do cristianismo

A criação de Adão
Bem sabemos do Gênesis, da história de Adão e Eva, de quem nasce toda a humanidade. É fundamental esta sua linguagem alegórica para entendermos o relacionamento com Deus desde a criação do mundo e do homem, a escolha de Deus por amá-lo e deste cuidar, e a resposta negativa do mesmo com o pecado. Com esta linguagem, pôde-se explicar para toda a história humana em todos os tempos realidades marcantes, como a criação evolutiva, o homem que é criado da matéria mais recebe o sopro de Deus que lhe dá vida.

Segue-se nesta linguagem - mais acolhível na época - passando-se por várias gerações que vão povoando a terra e ao mesmo tempo se distanciando de Deus. Um olhar crítico atual traria diversos questionamentos de sincronização da história e de situações difíceis de se considerar tangíveis. E vai seguindo por Caim, Noé, pela torre em Babel e outros tantos episódios.

De qualquer modo, são textos profundamente necessários para entendermos quem é o povo de Deus.  Todas estas histórias iniciais, em seu entendimento mais aceito, foram escritos somente na época de Moisés, até então se passando só por linguagem oral e cheio de sementes de verdade vindas de culturas próximas. Tudo o que preceder a época de Abraão é aceito (ou mais aceito) na teologia como uma "linguagem metafórica de realidades verdadeiras".

Prossegue-se a história do Povo de Deus até que, já com a humanidade com o mínimo conhecimento de Deus verdadeiro, e basicamente pluriteísta acontece a escolha de Abraão. Deus passa a se relacionar com ele, cuidar dele e lhe pedir provas reais de adoração. Este, patriarca da tribo dos HEBREUS que provinha de Ur, da Caldéia foi levado para Canaã ( hoje chamada Palestina ) para formar Seu povo, um povo numeroso e que lhe fosse fiel. Abraão teve dois filhos: Ismael, filho da escrava Agar e Isaac, filho de sua mulher Sara. Isaac é o filho da promessa, onde Deus iria continuar a Aliança.

Isaac teve dois filhos: Esaú e Jacó. Esaú vende seu direito de primogênitura à Jacó e esse depois rouba a benção de seu irmão e foge. Numa luta com Deus, Jacó recebe o nome de ISRAEL. A partir de então toda a descendência de Jacó será chamada de povo ISRAELITA.

Jacó tem doze filhos e um deles, José, é vendido por seus irmãos. José acaba indo para o Egito e trabalhando na casa do faraó de quem passa a ser estimado. Enquanto isso, Jacó e seus filhos passam por dificuldades em Canaã. Indo para o Egito atrás de alimento, encontram com José, então primeiro ministro do Egito, que perdoando seus irmãos, traz toda sua família para lá.

Muito tempo se passa da morte de Jacó e de José quando outro faraó que não conhece José assume o Egito (estamos aqui no livro do Exôdo) . Percebendo que o povo hebreu era de grande número e temendo que este tomasse o Egito, escraviza o povo. Com isso, Deus suscita Moisés que liberta o povo do Egito . Deus quis solenemente fazer a Aliança com seu povo: “Se obedecerdes à minha voz e guardardes a minha aliança, sereis, entre todos os povos, o meu povo todo particular...sereis um nação consagrada” ( Ex 19, 5-6 ) Recebem então a Lei como uma “carta” desse contrato. O Decálogo, os dez mandamentos de Deus, acrescido de leis rituais é o primeiro esboço de uma legislação social e religiosa.

O povo porém se revolta contra Deus e gravemente quebra o pacto com Deus, acontecendo isto repetidas vezes, na mais grave, dúvida da promessa de Deus e precisará para isto ser purificado até toda aquela geração passar (aqui passamos pelos três demais livros do pentateuco). Assim, para retornar para a terra prometida, Canaã, o povo passa quarenta anos no deserto . Nesse momento, Moisés não entra na terra prometida, terra que emana leite e mel.

Josué é quem entra com o povo na terra prometida, onde vários povos a habitavam, pela tomada de Jericó (Js) . Ao conquistarem a Palestina a terra é ocupada em doze territórios de acordo com as doze tribos, que representam os doze filhos de Jacó. E vão conquistando a terra até que passa a época de Josué e deixa de haver uma referência forte central, e o povo passa a aceitar mais os estrangeiros em seu meio. Nesse período de conquista da terra e alguns anos que se seguem após, caracterizou-se por época dos Juizes (Jz). Essa época é marcada por constantes lutas com os antigos moradores dessa região. Mas também o povo de Deus vai aos poucos passando a ter comportamentos inaceitáveis culminando até em briga entre si, chegando quase a dizimar sua tribo menor.

O pequeno povo dos hebreus aos poucos foi-se desenvolvendo como reino no meio de seus vizinhos. E pede a Deus que haja um rei para guiá-los (I e II Sm e I Cr) . É a época conhecida como a do Reis. Destaca-se nesse período o rei Davi conhecido por seu amor a Deus e experiência com Sua misericórdia.

O sucessor de Davi é Salomão, seu filho (I Rs e I e II Cr) . Já no fim de sua vida, Salomão o grande sábio em toda a história do povo de Deus comete por influência de suas esposas estrangeiras o pecado grave da idolatria, e é assim condenado diante de Deus por isto.

Com a morte de Salomão, as profecias trágicas se realizam e o reino é dividido em reino Norte , chamado de reino de Israel devido às doze tribos e o reino Sul, conhecido com reino de Judá por causa da tribo de Judá ( a qual juntou-se a tribo de Benjamin ) (II Rs e I e II Cr). O reino de Judá tinha como capital Jerusalém, onde estava o Templo de Jerusalém construído por Salomão para que lá pudesse prestar a Deus o culto e os ritos de expiação. O reino do Norte tinha como capital a Samaria.

Infelizmente o reino do Norte que com o tempo vai sendo chamado de Israel passa a ser  conhecido por sua idolatria devido à influência dos povos vizinhos, todos politeístas. Os profetas durante muito tempo vinham profetizando esta tragédia que é o afastamento de Deus, e sempre é convidado a voltar ao Deus verdadeiro (II Rs,Is, Jr, Ex). Mas à medida que vai ficando pior a situação vai se tornando cada vez mais sem a proteção de Deus até que é de vez destruído pelos assírios. Subsistiu Judá, que cada vez mais vinha se tornando culpada aos olhos de Deus. Logo depois foi também invadida e destruída pelos babilônios. Uma grande parte dos israelitas foram exilados .

Foi no exílio da Babilônia que os hebreus foram chamados de JUDEUS por causa da tribo de Judá e sua religião (Dn, Tb,...). Durante todo seu tempo exilado os judeus, que eram escravos chegaram a ter posses, cargos, mas era um clamor nacional muito forte o desejo de voltar à terra dada por Deus, e ali sua liberdade para adorar e ser livres e novamente sua nação escolhida. No reinado de Ciro, rei da Média, grande potência da época que dominou a Babilônia, os judeus voltam e reconstroem Jerusalém, com relativa independência, submissa ainda aos medos (Ne, Es).

Os israelitas privados de seus reis tentam organizar-se como uma comunidade religiosa. Anos depois sob o domínio da dinastia dos generais de Alexandre Magno, época do império grego, os judeus sofrem grande perseguição de Antíoco Epífanes, rei da Síria (I e II Mc). É a época da revolta e da guerra santa de libertação empreendida por Judas Macabeu. Neste período se fala nacionamente cada vez mais na vinda do Messias, a princípio se falava muito da sabedoria de Deus que é preciso ser alcançada, agora os profetas mensionam cada vez mais, o dia de Deus, e o messias.

A Judéia passa então por um período de independência até que sendo Roma o grande império, a Palestina é reduzida a uma província romana. A Judéia é dividida em quatro regiões ( tetrarquia ).
É neste período que surgem os fariseus, parte da religião que pretendia manter viva a obediência à Lei de Deus e seus costumes, e comumente estavam mais à frente das criadas sinagogas, que eram como locais de ensino e oração em cada aldeia e cidade para se manter o relacionamento com Deus comunitariamente sem se precisar ir para Jerusalém, onde está o templo de Deus. Os saduceus, que tendo bons relacionamentos e influência eram os sacerdotes, e responsáveis pelo templo, mas infelizmente se tornaram demasiadamente materialista negando realidades de espíritos, anjos, etc. Haviam outras divisões as quais citaremos ainda os essênios, que viviam afastados da sociedade local para uma vida ascética mais próxima de Deus, dentre os quais haviam celibatários.

É neste contexto que aparece João Batista anunciando austeridade, arrependimento do pecado e a chegada eminente do Messias. É então que entre o povo aparece Jesus Cristo, que por cerca de três anos, anuncia por seus ensinos e sinais publicamente todo o projeto de Salvação de Deus na humanidade, e a realiza através de sua vida, morte e ressurreição. Com sua ascensão inicia-se a história da Igreja, que após pentecostes passa a anunciar com ousadia o reino de Deus à humanidade.

Quanto aos judeus, sua grande maioria não aceita o cristianismo e passa a ser seus perseguidores, é quando anos depois é delineado um novo movimento de independência provocando uma guerra civil e o último sítio de Jerusalém. No ano 70 tem-se a destruição da Cidade Santa, Jerusalém, terminando a história dos antigos israelitas. O povo judeu é então espalhado por todo o mundo (diáspora).
(por Escola de Formação Shalom)

Paz e Bem!
ABBA 

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Percorrendo os caminhos de São Paulo (IV)


Mapa da 1ª viagem
1º Viagem Missionária
Evangelizadores: Barnabé, Paulo
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Psidia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)




Paulo e seus companheiros navegaram de Pafos e chegaram a Perge, na Panfília, de onde João Marcos, apartando-se deles, voltou para Jerusalém (At 13, 13).
Ruínas de Perge

São Lucas não descreve o motivo que fez com que João-Marcos se separasse de Paulo e Barnabé, voltanto assim à Jerusalém. Sabe-se que tempo depois ele foi motivo de violenta discussão entre Barnabé e Paulo, por ocasião da sua segunda viagem missionária (At 15,36-41).
O evangelista também não descreve quanto tempo os apóstolos ficaram em Perge evangelizando, tampouco como foram recebidos e como o povo recebeu a mensagem, pois se sabe que os habitantes eram devotos do culto a deusa Ártemis (Diana para os romanos) deusa da caça e da vida selvagem. 
ruinas de perge
Sabemos que no retorno da primeira viagem passaram por Perge e pregaram o evangelho, em seguida desceram a Atália (At 14,25).
Perge, assim como Atália, era uma cidade portuária da Panfília, hoje Turquia, às margens do Rio Cestro. Não se sabe com certeza se na primeira viagem eles desembarcaram em Atália e viajaram por terra os poucos quilômetros até Perge ou se navegaram direto para Perge. Sabe-se através de relatos antigos que o rio Cestro era navegável pelo menos até Perge.
fórum de Perge
No livro dos Atos dos Apóstolos, São Lucas não fala de nenhuma comunidade formada em Perge, mas sabe-se que a cidade acolheu uma importante Igreja bizantina no século III.
A Panfília, ao longo dos anos, foi dominada pelo Reino da Lídia, Pérsia, Macedônia e Roma. Sob os romanos, ela esteve, em diversas ocasiões, unida como província à Cilícia ao Leste, daí à Galácia e, por fim, à Lícia. (Atos 13:13; 16:6; 27:5)
Evidentemente, havia judeus ou prosélitos naquela região, pois na Festa de Pentecostes pessoas da Panfília se achavam em Jerusalém, e ficaram surpresas de ouvir os discípulos falarem em seu "próprio idioma" (At 2,5-11).
coluna com desenho  da deusa Ártemis
Perge hoje é um grande sitio de ruínas antigas, mas como não é Patrimônio Mundial da Unesco carece de recursos para mais escavações.
Foi uma das mais belas e mais ricas cidades do mundo antigo. Foi também famosa pelo templo da deusa Artemis (ou Diana) e por ser a casa do famoso matemático grego Apolônio de Perge. 
Encontrei um blog católico LUCERE ET FOVERE, vale a pena dar uma conferia no texto sobre a cidade de Perge . 
Continuaremos nossa viagem pelos caminhos de São Paulo no próximo post, onde veremos o que se passou em Antioquia da Psídia. Até lá.

Paz e Bem!
ABBA

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Percorrendo os caminhos de São Paulo (III)

1º Viagem Missionária
Evangelizadores: Barnabé, Saulo e João Marcos (até a cidade de Perge)
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Psidia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)


“Percorreram toda a ilha até Pafos e acharam um judeu chamadao Bar-jesus, mago e falso profeta, que vivia na companhia do proconsul Sergio Paulo, homem sensato. Este homem chamou Barnabe e Saulo, exprimiu-les o desejo de ouvir a palavra de Deus” (At 13,6-7)
Odeão em Pafos (anfiteatro)
São Lucas nos relata que os apostolos percorreram a ilha de Salamina a Pafos. A distância entre as duas cidades é de aproximadamente 150 km. A palavra não diz como fizeram a viagem, mas pode ter sido a pé a maior parte do trajeto.
Pafos era uma das maiores cidades da ilha. Situada no lado leste, foi o principal centro administrativo romano de Chipre. Os habitantes eram devotos da deusa Afrodite, considerada a deusa do amor e da beleza. A ilha de Chipre era tida como o local de nascimento desta deusa, numa praia a poucos quilometros de Pafos. Os cultos eram regados a orgias e libetinagem. As mulheres sacerdotisas que representavam a deusa eram consideradas sagradas e o sexo com elas era para o povo um meio de adoração e contato com a deusa.
Foi em Pafos que Saulo (nome judeu), pela primeira vez foi chamado Paulo. Nome romano usado na missão entre os gentios.
Rocha de Afrodite, local mitico do seu
nascimento
Ruinas de Pafos












  Entre os judeus foi dificil a difusão do evangelho, não tiveram muito exito. Conquistaram, porém o coração do procônsul Sérgio Paulo. Foi descoberto em Pafos uma inscrição com seu nome, fato que pode comprovar sua importância na cidade. Lá encontraram também, Bar-Jesus (filho de Jesus) também chamado Élimas (aquele que divide), um judeu, mago e falso profeta. Este último, judeu, pregava um falso messianismo apresentando Jesus como o Messias suntuoso, alienando as pessoas. Era mago, enganava as pessoas com truques de magia, tentando manipular espiritualmente a realidade.
Elimas fazia parte da comitiva de Sérgio Paulo. Quando Paulo e Barnabé estavam na ilha, desejou Sérgio Paulo receber deles instrução religiosa. Mas Barjesus/Élimas, receando que a sua própria reputação e posição, bem como os seus proventos, estivessem em perigo por causa das doutrinas que aqueles apóstolos ensinavam, fez-lhes forte oposição. Como resultado desta atitude, Deus o feriu de cegueira por meio de Paulo. O resultado deste milagre foi que Sérgio Paulo acretidou e aceitou a doutrina de Cristo (13:9-12)
Mosaico da casa de Dionísio
O procônsul representa todo o povo que aceitou a verdade de Jesus, o mago Bar-Jesus/Elimas representa aqueles que negam o Cristo.
Terminada a missão Paulo e seus companheiros seguiram viagem.

 Pafos é considerado Patrimônio Mundial da Unesco, com suas ruínas, sítios arqueológicos de gandre valor histórico.
Sua religião é na maioria a grego ortodoxa em toda a ilha. Somente 3% da população é catolica.
O Papa Bento XVI visitou a ilha de Chipre ano passado, fato histórico, pois foi o primeiro Papa a visitar a ilha.

vídeo sobre a viagem do Papa Bento XVI à ilha de Chipre por Canção Nova

Paz e Bem!
ABBA

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Percorrendo os caminhos de São Paulo (II)



mapa da 1º viagem
 
1º Viagem Missionária
Evangelizadores: Barnabé, Saulo e João Marcos (até a cidade de Perge)
Destino:  Antioquia da Síria, Selêucia, Salamina, Pafos, Perge, Antioquia da Psidia, Icônio, Listra, Derbe e Atália.
Duração: dois anos (46-48 DC)




Ruinas do Anfiteatro de Salamis

Paulo foi um pregador do evangelho que ainda hoje influencia a muitos. Ele não dispunha na época dos recursos que temos hoje, porém seu ardor missionario é notado em todas as suas cartas. Em Atos dos Apóstolos, são Lucas descreve suas viagens missionárias. Paulo, ainda chamado Saulo com certeza encontrou muitas dificuldades no caminho, pois andava na maioria das vezes a pé ou em pequenas embarcações quando ao mar. Poderia encontrar salteadores nas estradas ou piratas no mar, mar que atravessou para ir do porto de Selêucia à ilha de Chipre, terra natal de Barnabé, onde já havia alguns cristãos. Desembaracam na baía de Salamina, cidade principal de Chipre na época. A sagrada escritura não menciona a resposta das pessoas à evangelização, apenas diz que Saulo e Barnabé pregaram o evangelho nas sinagogas dos judeus tendo como ajudante João Marcos.


video sobre a cidade de Salamina por Canção Nova

Ruinas de Salamis
Salamina ( ou Salamis) foi uma cidade-estado grega na costa oeste da ilha. Tinha um porto bom e foi a mais próspera e populosa cidade da ilha nos períodos  greco-romano. Sua população era contituída de fenícios e gregos e a grande maioria cultuava a Zeus.
praia de Famagusta

  Houve guerras entre judeus, gregos e romanos, o que deixou Salamina despovoada, depois vieram terremotos. A cidade foi reconstruída, porém em menor escala, mas posteriormente foi destruída pelos sarracenos (árabes).
A cidade fica no lado turco da ilha. Ela não existe mais hoje, há somente ruinas. Fica a 6 km da moderna cidade de Famagusta.

Paz e Bem!
ABBA
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